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Pai Coruja

Posted by Gaby on March 25, 2011 at 4:38 PM Comments comments (0)

Acessem o blog http://www.paicoruja.eu/ . Divertido e envolvente!



O custo da convic??o

Posted by Hermes on August 13, 2010 at 6:10 PM Comments comments (0)

 

Há um bom tempo li um famoso livro chamado Em seus passos, o que faria Jesus?, de autoria de um pastor evangélico norte-americano chamado Charles Sheldon, falecido em 1946, considerada a nona obra literária mais vendida em toda a história. Recentemente, vi o filme produzido totalmente com base na obra e relembrei da temática abordada. Enfoca basicamente a possibilidade de pessoas cristãs comuns viverem em seu cotidiano a realidade de, antes de cada decisão, refletir sobre o que Jesus faria naquela circunstância.


Chamou-me a atenção o fato de uma proprietária de jornal recusar a publicação de notícias que não condiziam com seus princípios ou mesmo de um jovem músico que abriu mão de compor canções que afastariam os jovens de Deus.

Isso me levou a pensar seriamente no custo da convicção. Há um preço a ser pago em nome de princípios que são defendidos. Na história, quem acreditou em algo não passou incólume aos esforços de opositores para destruir sua firmeza. Poderíamos citar rapidamente os idealistas Galileu, Gandhi, Luther King Jr., entre tantos outros. Lutaram porque efetivamente criam em algo e deixaram indubitavelmente suas marcas nas gerações que se sucederam em diversas áreas do conhecimento e da relação humana. Mas sofreram também. Nem sempre o caminho da sua argumentação foi nivelado, sem percalços.


Ouvi um jovem profissional dizer que não perde uma oportunidade de testemunhar de sua fé. No dia de sua formatura, todos os colegas, sem exceção, sabiam que ele era adventista do sétimo dia e no que acreditava ou deixava de acreditar. Os riscos e implicações de ter atitude precisam ser bem avaliados, pois me parece que hoje muitos desejam estar convictos, mas será que entendem realmente o que é a convicção na prática?

Ao ver os exemplos da Bíblia, que é minha referência, consigo compreender um pouco mais acerca do que significa ter convicções e mantê-las em toda e qualquer situação. Além de Jesus, que morreu na convicção plena de salvar o mundo do pecado, outros momentos da narrativa bíblica me ajudam a pensar que poderíamos identificar ao menos três repercussões de se ter convicções, especialmente as que dizem respeito a princípios.


Convicção implica conhecimento acerca do que se crê – Faça um teste com um amigo. Pergunte a ele por que acredita em determinado dogma ou conceito filosófico. Você mesmo pode refletir acerca do que você sabe sobre suas próprias crenças. Vale a pena pensar no que está registrado no livro de I Pedro 3:15, onde é dito que “…Estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a todo aquele que vos pedir a razão da esperança que há em vós”. Mudar de opinião não é errado, pelo contrário, demonstra humildade. Mas o importante é que se você, de fato, crê em determinado conjunto de doutrinas, por exemplo, que saiba o motivo de recomendá-las a outros.


Convicção implica nem sempre agradar a todos – Atualmente muitos são levados pelas ondas das teorias compartilhadas pela maioria. Ou seja, se o grande grupo decide algo, com ou sem consenso, então vamos seguir este tipo de ideia, mesmo que, no fundo, vá de encontro ao que pensamos. Cristãos baseados na Bíblia deveriam deixar claras que suas convicções têm origem e fundamentação naquilo que a Palavra de Deus revela, portanto nem sempre isso será agradável a todos. Claro que a maneira de se expressar deve ser a mais cordial, bondosa e amorável possível, mas sem perder o enfoque no conteúdo. Em situações que exigem tomada inevitável de decisão, a partir de princípios, talvez ser considerado um “não enquadrado” no grupo pode ser a consequência.


Convicção implica transmitir com intensidade a quem nos rodeia – Este é um ponto importante, porque quem é convicto de algo consegue “vender” este conceito com maior facilidade. Imagine um comerciante que não acredita no potencial dos produtos que oferece, um professor que desacreditou da relevância do aprendizado e do estudo ou qualquer outro profissional que não se convenceu do que faz. Convicção é algo muito real ao lermos textos como o de Atos 4:31 onde é dito, a respeito dos discípulos pós-Pentecoste, que “tendo eles orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos. E todos foram cheios do Espírito Santo e anunciavam com ousadia a palavra de Deus”.


Convicção, na verdade, pode ter íntima relação com outra palavra que é mais peculiar no meio religioso: conversão, ou seja, mudança de rumo. As duas ideias precisam andar unidas. Alguém convencido precisa necessariamente, em dado momento, converter-se e sentir que a mudança em sua vida não passa apenas pelo discurso, mas chega à prática. Se alguém tem dúvidas, leia sobre Jesus Cristo. Afinal de contas, é em seus passos que precisamos andar.


Felipe Lemos

Jornalista


Como salvar seu casamento

Posted by Hermes on July 31, 2010 at 11:07 AM Comments comments (0)

 


A revista Época (17.O4.2010) publicou um excelente artigo de VAN MARTINS E KÁTIA MELLO sobre o desafio de manter um casamento. Interessante que mesmo com um numero grande de divórcios e recasamentos, a busca pelo par ideal, em que se possa ficar junto até o fim da vida, persiste como uma grande realidade. E que a maioria deseja uma única relação para sempre. Como fazer isso dar certo… Outra constatação interessante que os conceitos tradicionais sobre manutenção de relação ainda persistem em alta: conhecimento mútuo, dedicar tempo para a relação, fazer sexo, manter o amor companheiro, conversar com o outro e respeitar a individualidade. A seguir transcrevemos alguns trechos da reportagem.


O casamento. A boda. O matrimônio. O que essas palavras evocam são imagens tocantes e cenas de festa. Uma noiva sorrindo à beira de um lago, radiante em seu vestido branco de cetim que, embora ela não saiba, foi usado pela primeira vez pela rainha Vitória, da Inglaterra, em seu casamento com o príncipe Albert, em 1840. De lá para cá, as noivas no Ocidente vestem branco. E são rainhas por um dia.


Mas o casamento, a boda, o matrimônio – e mesmo a forma laica e informal de compromisso, a coabitação –, não se resume a uma festa. Depois da noite de núpcias, começa, para todos os casais, aquilo que o psiquiatra Alfredo Simonetti, ligado ao Hospital das Clínicas de São Paulo, descreve como “o sofrimento de viver a dois”: uma luta diária contra a natureza humana, que, ao mesmo tempo que atrai as pessoas para a vida conjugal, faz com que elas, rapidamente, se desapontem com as dificuldades do cotidiano a dois.

As estatísticas brasileiras são eloquentes a respeito tanto do fascínio quanto das agruras do casamento. Cerca de 1 milhão de pessoas se casam todos os anos no Brasil – e pouco mais de 250 mil se separam no mesmo período. Logo, de cada quatro casamentos, um termina em separação. Embora a estatística seja adversa, o risco não é suficiente para fazer as pessoas deixar de casar. Os números do IBGE mostram que a quantidade de uniões por 100 mil brasileiros aumenta um bocadinho a cada ano. Entre 1998 e 2008, o número de casamentos cresceu 34,8%, superando em 13 pontos porcentuais o crescimento vegetativo da população nessa faixa etária. Os divórcios e as separações, no mesmo período de dez anos, cresceram menos, 33%. A diferença é pouca, mínima na verdade, mas sugere que o sonho de casar está mais em alta que a vontade de se separar.


Há várias maneiras de olhar para essas estatísticas de casamento e separação. Uma delas é com otimismo: as pessoas se separam por que estão infelizes, e é bom que a lei facilite o afastamento. Antes de 2002, a separação judicial no Brasil, quando não era consensual, estava condicionada à comprovação de “culpa objetiva e específica” de uma das partes. Hoje em dia, qualquer motivo, mesmo fútil, é suficiente para que o juiz aceite a “impossibilidade de vida comum”. Os juízes entendem que, se uma das partes não quer, basta. Qualquer que seja a razão.


Outra forma de olhar para a mesma estatística é com alarme. Afinal, a cada casamento fracassado corresponde uma dose imensa de sofrimento humano. O divórcio, diz um estudo americano, só perde em termos de estresse para a morte de um cônjuge. É das piores experiências que as pessoas podem ter na vida. Para os filhos, a separação também é dolorosa. Cria períodos de terrível ansiedade. Quando se olha para além da família, a onda de separações tem como consequência social o empobrecimento das pessoas. Mães pobres que criam sozinhas seus filhos, como mostram pesquisas recentes, estão entre os poucos grupos sociais que não conseguiram se beneficiar da elevação geral da renda brasileira dos últimos anos. Parecem estar abaixo da possibilidade de ascensão.

As pesquisas sugerem que o sonho da maioria continua sendo um único casamento, que dure a vida inteira


Tudo isso seria mais ou menos irrelevante se homens e mulheres estivessem perfeitamente confortáveis com a ideia de casamentos seriais. Eles seriam intercalados por períodos miseráveis de separação e pelo êxtase da descoberta de uma nova parceira ou parceiro. Não é isso que a pessoas querem. Mesmo nos Estados Unidos, país que tem uma longa tradição de convívio com o divórcio, onde metade das uniões termina em separação (o dobro da taxa brasileira!), as pesquisas sugerem que o sonho da maioria continua sendo um único casamento longo e feliz, que abarque a existência, produza filhos e dê à vida de cada um dos cônjuges uma riqueza de sentido que ela não teria sozinha. As pessoas não se separam por ter superado essa aspiração romântica. Ao contrário, elas se afastam amarguradas por não conseguir atingir esse ideal. Em geral, quem faz isso é a mulher. Nos Estados Unidos, elas são responsáveis por dois terços dos pedidos de separação. No Brasil, essa proporção é ainda maior, 72%. Ao que tudo indica, para essas mulheres o sonho de felicidade no casamento não mudou. A realidade é que tem se revelado mesquinha.


Além do entretenimento de uma boa leitura, há no livro informações e ideias úteis para quem deseja iniciar ou preservar um casamento. A primeira coisa que ele atira pela janela é o romantismo. Casamento não é uma questão de paixão, afirma Gilbert. Bons casamentos não se ancoram numa erupção hormonal que desliga o senso crítico e faz do cérebro apaixonado algo parecido com o cérebro de um dependente químico (como está demonstrado por estudos de imagens de ressonância magnética!). Estatísticas americanas mostram que, quanto mais jovens as pessoas se casam, maior a chance de separação – e isso parece estar ligado à urgência e à instabilidade das paixões juvenis. Só depois dos 25 anos as estatísticas começam a ficar menos dramáticas. Tendo casado pela primeira vez aos 24 anos, depois de uma sequência de paixões avassaladoras, Gilbert parece saber do que está falando. Ela está separada desde 2002, mas ainda paga pensão mensal ao ex-marido, embora ele tenha se casado novamente, seja pai e vá lançar, em setembro, seu próprio livro de memórias, do qual se esperam grandes doses de veneno contra a ex-mulher e mantenedora. Ninguém com esse fardo biográfico é capaz de olhar para o casamento sem justificada má vontade.


Além da divisão das tarefas da casa, parece haver mais coisas a ser aprendidas com os casamentos sólidos – como a decisão de criar espaços exclusivos para o casal, que não incluam os filhos. Todos os especialistas dizem que isso é essencial para manter a chama do desejo e reforçar a sintonia. O comerciante Alexandre Cavalcante, de 36 anos, e a mulher Andréa Cristina, dona de casa, fazem assim: tiram duas semanas de férias por ano, sem as crianças. Eles têm Vanessa, de 16 anos, e Mateus, de 10. Vivem em Natal, no Rio Grande do Norte. “Em janeiro passado, nós dois fizemos um cruzeiro”, diz ele. O sucesso desse casamento é um desafio às estatísticas. A união começou com a gravidez de Andréa aos 18 anos e tinha tudo para acabar rápido. “Todos apostavam que não duraria seis meses”, diz Alexandre. Já dura 16 anos. Andréa, que agora tem 35, atribui isso ao fato de os dois conversarem muito. Ele acha que o essencial é a consciência de estar casado. “Casar é saber que não é só você”, afirma.


Outra ilusão que o livro se empenha em destruir é a completude. Não há um homem ou mulher, diz ela, que seja capaz de preencher a vida de cada um de nós. A pessoa que porá nosso mundo no lugar ou fará com que ele permaneça à deriva somos nós mesmos. O outro é um companheiro de viagem, não um pedaço de nosso corpo ou uma fração de nossa alma. Muito menos um guia. “Eu me recuso a sobrecarregar Felipe com a tremenda responsabilidade de me completar”, ela escreve. “Já lidei o suficiente com minhas falhas para saber que elas pertencem apenas a mim. Mas foi preciso mais de três décadas e meia para chegar a isso.”


Outra obsessão feminina à qual os maridos não costumam dar atenção é a intimidade. Para os homens, essa palavra tem uma conotação quase puramente física, enquanto no universo feminino intimidade significa um milhão de outras coisas. “Um nível profundo e psicológico de comunicação e reciprocidade”, por exemplo. Ou “um jeito de falar sobre si e de ser escutada pelo outro”. Ou, ainda, “um tipo de conversa especial, de entrega singular, de quem fala e de quem escuta”. Essa intimidade de atributos quase metafísicos, diz Mirian, está por trás de inúmeros pedidos de separação no Brasil. “A mulher casada há vários anos diz que não consegue mais ter intimidade com o marido”, afirma ela.


Virgílio Nascimento


Infidelidade no Casamento: O Papel do Perd?o

Posted by Hermes on July 16, 2010 at 3:35 PM Comments comments (0)

 

Uma das dores emocionais mais devastadoras é a de ter sido traído pelo cônjuge. Isto porque quando se casa por amor o vínculo afetivo formado ao longo do namoro, noivado e casamento é muito forte e o nível de confiança depositado no cônjuge passa a ser um dos mais profundos nas relações humanas. Quando ocorre a infidelidade, quebra-se muita coisa e o perdão se faz necessário em algum momento no futuro. Vamos pensar sobre isto.

Qualquer pessoa, religiosa ou não, está sujeita à paixões afetivas. Quando ela é religiosa, o compromisso de fidelidade é assumido não só para com o cônjuge, mas para com Deus também. Ocorrendo adultério, além da quebra da fidelidade com o companheiro(a), ocorre também a quebra do relacionamento com Deus. Claudia Bruscagin, psicoterapeuta familiar, com doutorado em Psicologia Clínica pela PUC-SP e professora no Curso de Especialização em Terapia Familiar e de Casal do Núcleo de Família e Comunidade da PUC-SP, diz, no livro “Religiosidade e Psicoterapia”, Editora Roca, p.59 e 60, 2008: “No contexto religioso, a infidelidade parece denunciar uma falta de compromisso não somente com o casamento, mas também com Deus, com a religião e seus preceitos. Para o casal religioso, a reconstrução do relacionamento após um caso de infidelidade exige que não somente a dinâmica da relação seja revista, mas também a interação de cada um dos membros do casal com Deus, pois o perdão de Deus é tão importante quanto o perdão do cônjuge traído.”


Cada cônjuge tem um papel quanto ao perdão ao ocorrer a infidelidade. O do traído é oferecer o perdão, o do traidor é buscá-lo. Claudia comenta: “Ambos devem avaliar seu relacionamento e restaurar a relação, mudando o que erraram e acima de tudo perdoando verdadeiramente.”


Mas o que é o perdão verdadeiro? Depende dos sentimentos? Depende de esquecer o fato?

É muito importante entender que o perdão cura a pessoa que perdoa. Viver ressentido é viver com a dor agarrada em você. A palavra “ressentimento” significa “re-sentir”, ou seja, sentir de novo. O perdão interrompe sentir a dor contínua. Quando você perdoa, a dor vai embora e você se sente melhor, mesmo que o perdão não possa produzir o restabelecimento do relacionamento interrompido pela quebra da fidelidade e confiabilidade na vida do casal.


Claudia cita M. Pereyra, doutor em Psicologia (Argentina), autor de um livro sobre o perdão: “A única forma de curar a dor que não se cura por si mesma é o perdão à pessoa que o magoou. O perdão cura a memória ao trabalhar a mudança de pensamentos. Aquele que vive remoendo sua dor pode ser mais prisioneiro que o agressor e, ao perdoar, liberta-se da prisão.” (p.60)


Ainda citando Pereyra: “… perdoar não é passar por cima dos próprios sentimentos, ou simplesmente ‘dar a outra face’. É um processo longo e dolorido, pois é um ato voluntário de renúncia ao direito legítimo de estar ressentido, de julgar negativamente o ofensor ou agressor e demonstrar uma atitude de compaixão e generosidade para com ele, apesar de não merecer. Perdoar não é a negação dos sentimentos de mágoa, ira e rancor. É reconhecer os sentimentos e então escolher não agir por eles. Também significa que os maus sentimentos podem voltar e que talvez seja preciso perdoar mais de uma vez.” (p.60,61)


Diz-se que quem perdoa, esquece. Na verdade, quem perdoa genuinamente, primeiro lembra, analisa, desabafa a dor, depois trabalha para esquecer por decisão consciente de fazer isto.

Perdoar não é desculpar o erro da pessoa. Claudia explica: “A desculpa ocorre quando há a compreensão de que a pessoa não é culpada pelo que fez.” Você não desculpa no sentido de tirar a culpa, porque ela é real. Procura perdoar escolhendo fazer isto independente do sentimento porque “o perdão não é um sentimento, é uma escolha.” Escolha de não cultivar a mágoa contra a pessoa que machucou você. (p.61)


Há ritmo e estágios diferentes para cada um viver o processo de perdoar. Se alguém der um sôco no seu rosto, produzirá uma marca visível na pele. Pode sangrar, fica roxo, inchado, etc. e a cura desta pancada demora um tempo, se você perdoou o agressor ou não. Algo parecido ocorre no processo de cura da dor da “pancada” da traição. Claudia fala de estágios para se alcançar o perdão: mágoa, rancor, cura e reconciliação. O primeiro passo é reconhecer os sentimentos e assumi-los. Ela afirma que na fase de reconciliação em casos de infidelidade (ou outros) é importante que o cônjuge que traiu, se quiser seguir na reconciliação: (1)Aceite sua responsabilidade pelo ocorrido; (2)expresse sincero pesar e arrependimento; (3)de alguma forma ofereça compensação conveniente; (4)prometa não repetir a conduta, e (5)peça perdão. (p.61)


Ela conclui: “Na reconciliação, quando possível, o ofendido convida a pessoa que o machucou de volta para sua vida. Se o outro vem honestamente, o amor pode atuar e juntos podem desenvolver um novo relacionamento. Esse estágio depende tanto da pessoa a ser perdoada quanto da que perdoa; às vezes a pessoa não volta e é preciso se curar sozinho.” (p.61)


Dr. Cesar Vasconcellos de Souza


Prote??o contra a infidelidade no casamento

Posted by Hermes on July 14, 2010 at 2:23 PM Comments comments (0)

 

 

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O relacionamento humano é uma das maiores fontes de emoção para homens e mulheres, crianças ou adultos. Emoções que fluem como um raio indo do Ocidente para o Oriente. Emoções que vão das alturas do pico do Himalaia às profundezas do triângulo das Bermudas. Que vão do céu ao inferno numa fração de segundos. As relações podem ser fontes de satisfação ou de insatisfação, de alegria ou de tristeza, de prazer ou de dor. As interações humanas provocam amor e ódio, generosidade e avareza, esperança e desespero, sorrisos e lágrimas. Emoções consideradas positivas, quando despertam sentimentos afirmativos e seguros. Emoções consideradas negativas, quando os sentimentos despertados são maléficos e destrutivos.

Esta classificação não implica na sugestão de que não se deve sentir os sentimentos negativos. Pelo contrário. Para a experiência humana eles são vitais. Graças a eles somos motivados a nos afastar de tudo que nos faz mal a curto e em longo prazo. Eles são fontes de informações que indicam tudo aquilo que deve ser evitado, sanado, mudado e reorientado para se ter uma vida de menos sofrimento, angústia e solidão. O sentimento chama a atenção, desperta aquele que sente e sabe o que sente, para as escolhas de alternativas de uma vida mais saudável. Não se pode correr o risco de descartar, ignorar, ou diminuir a dimensão de sua importância. Correr esse risco é expor-se ao perigo de uma vida de insensibilidade e morbidez.

Em termos de emoções negativas dentro dos relacionamentos, quer seja na amizade ou no casamento, não há outro comportamento mais catastrófico do que a traição. A infidelidade. A deslealdade. A prevaricação. Quando um amigo ou cônjuge é traído ele passa por uma avalanche de emoções. Ele entra num furacão de sentimentos. Ele se esgota de lágrimas. Quando a pessoa descreve o que sente usa todo tipo de metáforas para se fazer entendida. Por mais que consiga se explicar, nunca acha que conseguiu expressar o que vai pela sua alma. Ela se sente absolutamente só no mundo. Ela se sente perdida dentro de uma confusão infernal. Infernal porque ela se sente em brasas, queimada viva. A raiva desperta nela uma enxurrada de adrenalina para atacar um inimigo invisível, indefinível, pelo menos no momento da descoberta da traição. A sensação de vazio, de massacre, de impotência, de abandono, deixa a pessoa em um estado de choque por algum tempo. A dor é tão grande que para sobreviver e suportar o sofrimento ela tem de negar. Ela tem de recusar a perceber a realidade. Ela recusa ver a verdade.

Passado o choque inicial ela entra em contato com a perda. Nem sempre a perda da pessoa, mas a perda da confiança. O contrato foi quebrado. O sonho de felicidade virou pesadelo de sofrimento. As promessas de união não foram cumpridas. A raiva vai dando lugar à dor e a tristeza. Junto vai a certeza de que confiança nunca mais existirá. O traído promete que nunca mais vai acreditar em ninguém. Ela está certa porque com o coração partido não pode sonhar. Muito menos fazer planos para o futuro. No estado de humilhação em que se encontra, com perda total de sua auto-estima e valor pessoal, a pessoa só pode dar-se um tempo para lamber as feridas. Sem cobrança, sem julgamento, sem autocondenação e, muito menos, auto-flagelação. Numa condição de fracasso em que se encontra, o melhor é dar um tempo para esperar as emoções se definirem e se respeitar.

Por se sentir humilhada, fracassada, desvalorizada, está num estado de influência muito grande à opinião alheia. Não falta palpite quanto às causas que levaram à traição, tanto quanto, quais são os passos para resolver a situação. É melhor ter cautela. Ir devagar, considerando sempre que quem está com o problema é quem foi traído. Diante da confusão emocional e mental, qualquer opção permanente é perigosa.

As primeiras respostas vêm do estado emocional em que se encontra. Rompe, impulsivamente, o desejo de trair para se vingar. Este é um caminho tortuoso para que se enverede por ele. Porque em vez de curar a ferida pode fazê-la sangrar mais. Se há uma coisa que o que está ferido não precisa é de se machucar mais. Surge a atribuição da culpa ao rival e não ao cônjuge traidor para se aliviar a dor. É uma tentativa de inocentar o culpado para não se sentir rejeitado demais. Brota um ciúme insuportável do rival com as mais exóticas manifestações e provoca um desejo de competição sem fim. Então fluem preocupações de cuidados pessoais exagerados. Quer seja na academia ou no trabalho. Nas compras ou nas cirurgias plásticas, na aparência ou nas dietas. Mas nada disso resolve a dor com rapidez. Leva tempo para que as coisas se acalmem.

Não adianta também ficar preocupado com as soluções se vai ou não separar, se vai ou não perdoar, se vai ou não ficar junto. Não adianta indagar sobre o que fazer com os filhos, como enfrentar os amigos e parentes, como resolver a pensão ou que trabalho procurar. Querer resolver vários problemas, ao mesmo tempo, significa não conseguir solucionar nenhum. Pior ainda, porque aumentam o sofrimento e a angústia de quem já está padecendo com o trauma da traição. É preciso saber esperar, ter paciência e resolver primeiro o estado emocional em que se encontra no caso de morte ou traição. Perdas difíceis de suportar. A pessoa não deveria tomar nenhuma decisão permanente, pelo menos, por um mês. Deve dar um tempo para colocar a cabeça no lugar. Qualquer decisão pode resultar em arrependimento futuro.

Se há tanto sofrimento assim na traição, por que as pessoas a praticam? Há todo tipo de justificativa dada por quem se envolve nesse comportamento. Alguns sugerem insatisfação sexual, incompreensão, falta de afeto, conflitos pessoais. Para outros pode ser curiosidade, vício, o desejo de emoção, amor que acabou. Pelo menos é o que a pessoa envolvida na traição fala. Entretanto, pode haver razões mais profundas como a incapacidade de se apegar ao parceiro, à falta da entrega, o não comprometimento com o outro, o pouco investimento feito no cuidado do outro. A pessoa não descobre que quanto mais se cuida, mais cresce o amor. Aliás, amar é cuidar e cuidar é amar. Para quem cuida o amor nunca acaba. Se duvida, é só experimentar!

Não se pode deixar de lado como fator contribuinte para a traição a imaturidade emocional. Uma imaturidade que mantém a pessoa numa eterna curiosidade infantil por meio da qual ela vive numa fantasia insaciável, buscando um amor romântico num eterno “foram felizes para sempre”. Esta fantasia, esta busca ilusória torna-a inapta para viver como um ser humano real, de carne e osso. O sonho dessa pessoa é uma boneca (o) que não tem vontade e que satisfaz todas as suas necessidades. São pessoas que facilmente se tornam sedutoras, sempre conquistando, o homem para provar a sua masculinidade e a mulher, a sua beleza e desejabilidade.

Não se pode deixar de lado que traição é uma escolha e como tal é uma decisão pessoal. Começa como um jogo e acaba com um coração apunhalado. Pode se dar todo tipo de desculpas e até culpar a tentação. Mas não deixa de ser uma escolha que do começo até o fim tem várias etapas que precisam ser conscientemente vencidas. Vai desde o sorriso até a lágrima. Inicialmente só dois dão risadinhas. No fim muitos choram.

Para não se envolver com a infidelidade, a traição, e passar pela dor de descobrir se é verdade ou não, tente se proteger tomando algumas medidas profiláticas, preventivas. É com medidas construtivas em favor de seu cônjuge que a pessoa se realiza como ser humano. Nada mais restaurador que a alegria contagiante de um coração carente sendo afagado. É uma alegria que espirra de volta para aquele que afagou. Quem faz é quem recebe. A proteção exige iniciativa e esforço. Quanto mais objetivo e direcionado o esforço, mais rico o resultado.

Objetivamente para se proteger contra a traição, a pessoa precisa querer não trair. Querer do fundo do coração fazer a opção pela fidelidade. Se a pessoa faz uma opção a outra some ou pelo menos deve sumir. Claro que uma relação começa por atração pelo parceiro. Sem a atração fica difícil querer construir uma relação duradoura. Uma vez que se queira e se sinta atraído, a relação começa a se formar. Ela só vai ser mantida se as necessidades pessoais forem mutuamente satisfeitas. Daí não há necessidade de buscar aventuras ou excitações fora da relação.

A relação será mantida e a traição evitada quando se cria a intimidade. A busca da aproximação. Não é grudação. É um abrir-se contínuo e lento para o outro. É deixar que o outro vá, aos poucos, se apropriando do seu eu. É permitir que o outro vá percebendo as coisas escondidas nas profundezas de sua alma. Na medida em que ele não julgue, não condene, não critique. É um processo mútuo de abertura, de descortinar o significado da própria vida para o outro. É a compreensão mútua das fraquezas e defeitos, sem piorá-los com sarcasmo ou gozação.

Para se ter intimidade é importante o comprometimento, que nada mais é do que a decisão firme, a escolha consciente de dedicação exclusiva à pessoa escolhida para se relacionar. Envidar todos os esforços para o sucesso da relação.

Aceitar o outro como é, como despertou sua atração, sem querer passá-lo por uma transformação para convertê-lo na sua própria imagem. Só pode haver espontaneidade quando se é permitido ser o que se é.

Perceber a perspectiva do outro. Perceber que ele tem os mesmos anseios de felicidade, as mesmas necessidades. Perceber que ele sofre e tem prazer como você.

Buscar um apego cada vez maior. Principalmente se for homem porque tem que se apegar. Para ser feliz é preciso alguma forma de apego. Sem ter vergonha de se entregar.

Doar-se sem cobranças. Tomar a iniciativa na doação. É um investimento total com a certeza dos dividendos. Não é um jogo. É uma entrega.

Aprender a cuidar é prática. É ação. É a parte ativa do amor. É a nutrição do amor. O amor só acaba para quem não cuida, não investe, não apega, não percebe o outro.

Mais três coisas importantes: a compreensão, o apoio e o respeito.

Ao cultivar a prevenção contra a traição, você estará impedindo de destruir corações evitando derramar lágrimas e, até, retardando a morte. Será que vale a pena? Por que não tentar?!

Dr. Belisário Marques


Como fazer um pedido de Ora??o

Posted by Hermes on June 10, 2010 at 4:44 PM Comments comments (0)

É muito simples.

1º passo: CLIQUE AQUI

 

2º passo: Clique em "+ Request a Prayer" (que significa Pedido de Oração)

3º passo: Logo depois vai abrir uma janela igual a esta abaixo:

Agora é so você preencher este formulário, olhando o que eu traduzi.

 

4º passo: Quando clicar em enviar, você vai ver esta página (mas sem tradução): 

 5º passo: E nesta página apenas você pode editar o seu pedido de oração e também excluir. E a caixa de texto escrita "Pray for Me" é para aqueles que desejam orar por aquele pedido e deixar um comentário.

 

Se precisar de ajuda CLIQUE AQUI

 

 

Espero ter ajudado..

Hermes

O valor da religi?o em fam?lia

Posted by Hermes on May 21, 2010 at 8:37 PM Comments comments (0)

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Religi?o em fam?lia consiste em criar os filhos na doutrina e admoesta??o do Senhor. Cada membro na fam?lia deve ser nutrido pelas li??es de Cristo, e o interesse de cada alma deve ser estritamente guardado, a fim de que Satan?s n?o engane e afaste com sedu??es para longe de Cristo. Esta ? a norma que cada membro da fam?lia deve ter em vista alcan?ar, e deve estar determinado a n?o fracassar e nem desanimar. Quando os pais s?o diligentes e vigilantes em sua instru??o, e educam os filhos tendo em vista a gl?ria de Deus, cooperam com Deus, e Deus coopera com eles na salva??o das almas das crian?as por quem Cristo morreu. Instru??o religiosa significa muito mais que instru??o comum. Significa que deveis orar com vossos filhos, ensinando-lhes como se aproximar de Jesus e contar-Lhes todas as suas necessidades. Significa ainda que deveis mostrar em vossa vida que Jesus ? tudo para v?s, que Seu amor torna-vos paciente, bondoso, perdoador e n?o obstante firme em ordenar a vossos filhos depois de v?s, como o fez Abra?o.

Tal como vos conduzis em vossa vida no lar, sois registrados nos livros do C?u. Aquele que espera tornar-se um santo no C?u, deve primeiro tornar-se santo em sua pr?pria fam?lia. Se os pais e as m?es s?o fi?is crist?os em fam?lia, ser?o membros prestimosos da igreja e a? capazes de conduzir as atividades bem como na sociedade, segundo a maneira em que conduzem o que concerne ? fam?lia. Pais, n?o permitais que vossa religi?o seja simplesmente uma profiss?o, mas sim uma realidade.

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A Religi?o Deve Ser Parte da Educa??o do Lar. ? A religi?o no lar ? terrivelmente negligenciada. Homens e mulheres mostram o maior interesse em miss?es estrangeiras. D?o liberalmente para esse fim e procuram satisfazer sua consci?ncia na suposi??o de que dando para a causa de Deus expiam sua neglig?ncia em dar um exemplo correto no lar. Mas o lar ? seu campo especial, e nenhuma desculpa ? aceita por Deus pela neglig?ncia deste campo.

No lar em que a religi?o ? coisa pr?tica, grande bem ? realizado. A religi?o levar? os pais a fazer exatamente a obra que Deus lhes designou fizessem no lar. Os filhos ser?o criados no temor e admoesta??o do Senhor.

A raz?o por que a juventude do presente n?o ? mais inclinada para a religi?o ? que sua educa??o ? defeituosa. N?o se exerce para com os filhos verdadeiro amor quando se lhes permite tolerar paix?es ou quando a desobedi?ncia a vossas determina??es ? deixada sem puni??o. Quando a verg?ntea ? torta a ?rvore cresce inclinada.

Se se espera que a religi?o influencie a sociedade, deve ela influenciar primeiro o lar. Se os filhos forem ensinados no lar a amar a Deus, tem?-Lo, quando sa?rem para o mundo estar?o preparados para educar suas pr?prias fam?lias para Deus, e assim o princ?pio da verdade ser? implantado na sociedade e exercer? influ?ncia marcante no mundo. A religi?o n?o deve estar divorciada da educa??o do lar.

A Religi?o no Lar Precede a Religi?o na Igreja. ? No lar ? posto o fundamento da prosperidade da igreja. As influ?ncias que regem a vida no lar s?o levadas para a vida da igreja; portanto os deveres paroquiais devem come?ar no lar.

Quando tivermos bom lar religioso teremos boas reuni?es religiosas. Sustentai a fortaleza do lar. Consagrai vossa fam?lia a Deus, e ent?o falai e agi em casa como crist?os. Sede bondosos, pacientes no lar, sabendo que sois professores. Cada m?e ? uma mestra, e toda m?e deve ser aluna na escola de Cristo, a fim de poder saber como ensinar e poder dar a moldagem correta e a correta forma de car?ter a seus filhos.

Onde h? falta de religi?o no lar, de nada vale profiss?o de f? Muitos est?o enganando a si mesmos por pensar que o car?ter ser? transformado na vinda de Cristo, mas n?o haver? convers?o de cora??o em Seu aparecimento. Temos que nos arrepender de nossos defeitos de car?ter aqui, e pela gra?a de Cristo precisamos venc?-los enquanto dura a gra?a. Este ? o lugar para nos prepararmos para a fam?lia do Alto.

? muito necess?rio que estabele?amos a forma??o de uma religi?o no lar, e nossas palavras devem testemunhar isso, ou aquilo que somos na igreja de nada valer?. A menos que manifesteis mansid?o, bondade e cortesia no lar, a religi?o ser? v?. Se houvesse mais genu?na religi?o dom?stica, mais poder haveria na igreja.

Terr?vel Engano Procrastinar a Instru??o Religiosa. ? ? coisa muito grave deixar que os filhos cres?am sem o conhecimento de Deus.

Os pais cometem um terr?vel erro quando negligenciam a obra de dar a seus filhos instru??o religiosa, pensando que tudo resultar? bem no futuro, e que ao se tornarem mais velhos estar?o ansiosos por uma experi?ncia religiosa. N?o vedes, pais, que se n?o plantardes a preciosa semente da verdade, do amor, de atributos celestiais, no cora??o, Satan?s semear? o campo do cora??o com joio?

Muitas vezes ? permitido ?s crian?as crescer sem religi?o, porque os pais pensam que s?o demasiado jovens para ter sobre si deveres crist?os?

A quest?o de deveres dos filhos no que respeita a mat?ria religiosa deve ser decidida de maneira absoluta e sem hesita??o enquanto s?o membros da fam?lia.

Os pais est?o no lugar de Deus em rela??o aos filhos a fim de dizer-lhes o que devem e o que n?o devem fazer, com firmeza e perfeito dom?nio pr?prio. Cada esfor?o por eles feito com bondade e autodom?nio cultivar? em seu car?ter os elementos de firmeza e decis?o? Pais e m?es est?o presos ao dever de estabelecer esta quest?o bastante cedo para que a crian?a n?o pense em quebrar o s?bado, em negligenciar o culto religioso e a ora??o em fam?lia mais do que pensaria em roubar. Os pais devem, com as pr?prias m?os, construir a barreira.

Desde a mais tenra idade uma educa??o s?bia nos moldes crist?os deve come?ar a ser levada avante. Quando o cora??o das crian?as ? suscept?vel de impress?o, devemos ensinar-lhes sobre as realidades eternas. Os pais devem lembrar que est?o vivendo, falando e agindo na presen?a de Deus.

Pais, que procedimento estais adotando? Estais agindo com base no pensamento de que em assuntos religiosos devem vossos filhos ser deixados livres de qualquer restri??o? Estais deixando-os sem conselho ou admoesta??o atrav?s da meninice e juventude? Estais permitindo que fa?am o que bem lhes apraz? Se assim ?, estais negligenciando as responsabilidades que Deus vos deu.

Adaptar a Instru??o ? Idade. ? T?o logo sejam os pequenos capazes de compreender, devem os pais contar-lhes a hist?ria de Jesus, a fim de que bebam nas preciosas verdades concernentes ao Infante de Bel?m. Imprimi na mente das crian?as sentimentos de singela piedade adaptados aos seus anos e possibilidades. Levai vossos filhos em ora??o a Jesus, pois Ele tem-lhes tornado poss?vel o aprendizado da religi?o ao aprenderem os rudimentos da linguagem falada.

Quando bem jovens, os filhos s?o suscet?veis a divinas influ?ncias. O Senhor toma essas crian?as sob Seu especial cuidado; e quando s?o criadas na doutrina e admoesta??o do Senhor, torna-se um aux?lio, e n?o um entrave aos pais

Esfor?o Conjugado dos Pais, no Ensino Religioso no Lar. ? Pai e m?e s?o respons?veis pela manuten??o da religi?o no lar.

N?o acumule a m?e sobre si demasiados cuidados, de maneira que n?o possa dedicar tempo ?s necessidades espirituais de sua fam?lia. Busque os pais a orienta??o de Deus em sua obra. Ajoelhados em Sua presen?a adquirir?o verdadeira compreens?o de suas grandes responsabilidades, e a? podem encomendar os filhos ?quele que jamais erra no conselho e instru??o?

O pai de fam?lia n?o deve deixar ? m?e todo o cuidado na no ensino espiritual. Grande obra deve ser feita por pais e m?es, e ambos devem desempenhar sua parte individual em preparar os filhos para a grande revista do ju?zo.

Pais, levai os filhos nos exerc?cios espirituais. Envolvei-os nos bra?os de vossa f?, e consagrai-os a Cristo. N?o permitais que coisa alguma vos leve a recuar de sua responsabilidade de educ?-los retamente, n?o consintais que nenhum interesse secular vos induza a deix?-los para tr?s. Nunca permitais que sua vida crist? os isole. Levai-os ao Senhor; educai-lhes as mentes para que familiarizem com a divina verdade. Deixai que eles se associem com os que amam a Deus. Levai-os ao povo de Deus como crian?as cujo car?ter pr?prio para a eternidade estais ajudando a edificar.

Religi?o no Lar ? que n?o far? ela? Far? o trabalho que Deus deseja seja feito em cada fam?lia. As crian?as ser?o educadas na doutrina e admoesta??o do Senhor. Ser?o educadas e instru?das, n?o para serem devotas da sociedade, mas membros da fam?lia do Senhor.

Os Filhos Esperam dos Pais uma Vida Coerente. ? Tudo deixa sua impress?o na mente juvenil. A fisionomia ? estudada, a voz tem sua influ?ncia, o comportamento ? por eles imitado bem de perto. Pais e m?es irritadi?os e impertinentes est?o dando aos filhos li??es que, algum dia, eles dariam o pr?prio mundo, se este lhes pertencesse, para desaprenderem. Os filhos precisam ver na vida dos pais aquela coer?ncia que est? em harmonia com sua f?. Por revelar uma vida coerente e exercer dom?nio pr?prio, os pais podem modelar o car?ter dos filhos.

Deus Honra a Fam?lia Bem Dirigida. ? Pais e m?es que p?em a Deus em primeiro lugar na fam?lia, ensinam os filhos a considerarem o temor de Deus como o princ?pio da sabedoria, glorificam a Deus diante dos anjos e dos homens, oferecendo ao mundo o espet?culo de uma fam?lia bem dirigida e bem educada ? uma fam?lia que ama e obedece a Deus e contra Ele n?o se rebela. Cristo n?o ser? um estranho numa fam?lia assim. Seu nome ser-lhes-? familiar e o reverenciar?o e glorificar?o. Os anjos se deleitam numa fam?lia em que Deus reina soberano e os filhos s?o ensinados a honrar a religi?o, a B?blia e o Criador. Essas fam?lias t?m direito ? promessa: ?aos que Me honram, honrarei.?

Como Cristo Pode Ser Introduzido no Lar. ? Quando Cristo est? no cora??o, ? introduzido na fam?lia. Pai e m?e sentem a import?ncia de viver em harmonia com o Esp?rito Santo, de maneira que os anjos celestes, que ministram aos que h?o de herdar a salva??o, ministrar?o para eles como mestres que s?o no lar, educando-os e preparando-os para a obra de ensinar os filhos. ? poss?vel ter no lar uma pequena igreja que honre e glorifique ao Redentor.

Tornai Atrativa a Religi?o. ? Tornai a vida crist? atrativa. Falai do pa?s onde os seguidores de Cristo ir?o fazer sua morada. Ao proceder assim, Deus guiar? vossos filhos em toda a verdade, enchendo-os com o desejo de se prepararem para as mans?es que Cristo foi preparar para os que O amam.

N?o devem os pais compelir os filhos a ter uma religi?o formal, mas devem p?r diante deles os princ?pios eternos numa luz atrativa.

Os pais devem tornar a religi?o de Cristo atrativa pela alegria, pela cortesia crist? e por simpatia terna e compassiva; mas devem ser firmes no reclamar respeito e obedi?ncia. Princ?pios retos devem ser estabelecidos no esp?rito da crian?a.

Precisamos apresentar aos jovens um incentivo para o reto proceder. Prata e ouro n?o s?o suficientes para isto. Vamos revelar mais o amor, a miseric?rdia e a gra?a de Cristo, bem como a preciosidade de Sua Palavra, e a alegria de quem triunfa. Em esfor?os desta natureza fareis uma obra que perdurar? atrav?s da eternidade.

Por que Alguns Pais Falham. ? Alguns pais, embora professem serem religiosos, n?o p?em diante dos filhos o fato de que Deus deve ser servido e obedecido, de que a conveni?ncia, o prazer ou inclina??o n?o devem interferir com o que Ele deles reclama. ?O temor do Senhor ? o princ?pio da sabedoria.? Este fato deve estar entretecido na pr?pria vida e car?ter. A correta concep??o de Deus mediante o conhecimento de Cristo, que morreu para que pud?ssemos ser salvos, deve ser impressa em suas mentes.

Cristo n?o ser? um estranho numa fam?lia assim. Seu nome ser-lhes-? familiar e o reverenciar?o e glorificar?o. Os anjos se deleitam numa fam?lia em que Deus reina soberano e os filhos s?o ensinados a honrar a religi?o, a B?blia e o Criador. Essas fam?lias t?m direito ? promessa: ?aos que Me honram, honrarei.?

Como Cristo Pode Ser Introduzido no Lar. ? Quando Cristo est? no cora??o, ? introduzido na fam?lia. Pai e m?e sentem a import?ncia de viver em harmonia com o Esp?rito Santo, de maneira que os anjos celestes, que ministram aos que h?o de herdar a salva??o, ministrar?o para eles como mestres que s?o no lar, educando-os e preparando-os para a obra de ensinar os filhos. ? poss?vel ter no lar uma pequena igreja que honre e glorifique ao Redentor.

Uma Noite para a Fam?lia

Posted by Hermes on May 21, 2010 at 8:08 PM Comments comments (0)

Um pai de fam?lia se encontrava arando um campo que estava junto a um canal de irriga??o, enquanto seu filho brincava na beira do canal. Repentinamente o menino gritou: ?Pai me ajuda! Estou caindo no canal!?

O Pai levantou a cabe?a e viu seu filho segurando em uma pequena ?rvore que crescia junto ao canal. ?Espera um pouco, filho?, respondeu o pai, ?espera um pouquinho at? que eu termine o que estou fazendo.? Incr?vel, n?o ? verdade? Sem d?vida alguma.

Que pai deixaria o seu filho lutando sozinho contra a for?a da ?gua. Como podemos ajudar nossos filhos contra as correntes de ?gua que atingem suas vidas? Corrente de valores errados, etc.

Como acudi-los rapidamente?

Os pais t?m entre outras, duas ferramentas de influ?ncia para transmitir valores: O exemplo ? um ambiente de cordialidade. A Noite da Fam?lia ? uma boa maneira de criar um ambiente saud?vel na fam?lia.

Separar uma noite em meio ? semana para uma reuni?o formal da fam?lia pode ajudar a fortalecer os v?nculos familiares.

Ellen G. White comenta: ?Seja a conversa??o da fam?lia em redor da mesa de um car?ter tal que deixe uma influ?ncia fragrante na mente dos filhos? i

Geralmente o pai perde ?timas oportunidades de atrair seus filhos e vincul?-los consigo. Ao voltar de seu trabalho, deve considerar como troca prazerosa passar algum tempo significativo com eles.

Fa?a um plano.

? imposs?vel edificar uma casa sem um plano. Para edificar uma fam?lia baseada na unidade e o amor, ? preciso planejar.

Uma noite de fam?lia lhes ajudar? a realizar isto. Para conseguir ? necess?rio:

Escolher uma hora espec?fica da semana, reservada estritamente para a fam?lia.

Eliminar qualquer tipo de distra??o.

? importante fazer com que os membros de sua fam?lia saibam que esse tempo ? para a fam?lia.

O fato de separar um tempo com sua fam?lia traz uma mensagem poderosa, maior que as palavras.

? importante a participa??o espont?nea e organizada dos membros do lar.

Os pais s?o respons?veis por liderar esta iniciativa.

? importante que a reuni?o n?o seja muito longa. Os pontos que n?o foram tratados por tempo podem ser inclu?dos na seguinte semana.

Programa: Tem que ser informal e pode conter os seguintes pontos:

Iniciem com uma ora??o.

Uma curta leitura relacionada com a fam?lia.

Conversar sobre os planos da fam?lia, em rela??o ?s f?rias, aquisi??es, dificuldades e desafios para melhorar as rela??es familiares.

Pode-se armar um calend?rio de atividades, onde se planejam as responsabilidades em rela??o aos deveres da casa, onde se estudam as regras internas da fam?lia, etc. Os filhos podem falar descontraidamente sob assuntos que precisa mais aten??o.

Momento da ora??o familiar. A fam?lia orando por suas pr?prias necessidades e por outras fam?lias.

Em algumas ocasi?es pode-se dedicar tempo para um momento de recrea??o em fam?lia.

Pode-se desfrutar de um jantar especial.

A id?ia de uma reuni?o formal por semana cria uma atmosfera de verdadeiro amor, ajuda a integra??o da fam?lia e proporciona um clima de paz e harmonia.

A maioria dos fatos que ocorrem no lar geralmente n?o ? discutida formalmente pela fam?lia.

Por exemplo, para a compra de um carro, ?s vezes surge da iniciativa do pai que acha que j? est? na hora de trocar o carro, compartilha em algum momento com a esposa e no momento que se apresenta a oportunidade o compra. N?o ? assim? Que bom seria colocar na agenda da reuni?o familiar o assunto para ser discutido com o resto da fam?lia. Mesmo que as crian?as estejam pequenas podem ser informadas da cor, marca e pre?o. Tamb?m se pode explicar aos membros da fam?lia a forma do financiamento e dividas que se adquirir?o. E assim ser?o parte do processo de compra.

?Quanto mais estreitamente estejam unidos os membros de uma fam?lia em todo o que tem que fazer no lar, tanto mais elevadora e servi?al ser? a influencia que exer?a cada um fora do lar? o que o mundo precisa n?o ? tanto grandes intelectuais, se n?o homens bons que sejam uma b?n??o em seus lares? [i]

J? pensaram se todas as fam?lias tivessem uma noite exclusiva para a fam?lia? Quantos problemas se evitariam, quantas barreiras se romperiam?

Converse com teu c?njuge e defina um dia para a ?Noite da Fam?lia? em tua casa.

Ser? realmente uma b?n??o.

Edison Choque Fern?ndez

Minist?rio da Fam?lia, DSA

i - WHITE, Ellen. Creciendo en Familia, ACES. 1998. Pag. 206

[i] - WHITE, Ellen. Creciendo en Familia, ACES. 1998. Pag. 21


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